Cidades

Professora é encontrada morta em represa em MT com marcas de violência

Corpo de Adelia Cristina de Oliveira Batista, de 49 anos, foi achado em represa na zona rural de Castanheira (MT). Polícia Civil investiga o caso como feminicídio e procura o namorado da vítima.

Por GrudanaWeb 01 de Julho de 2026, 16:16 📖 3 min de leitura
Professora é encontrada morta em represa em MT com marcas de violência

A professora da rede municipal de ensino Adelia Cristina de Oliveira Batista, de 49 anos, foi encontrada morta dentro de uma represa na Comunidade São Lourenço, zona rural de Castanheira (MT). O corpo foi localizado na noite de segunda-feira (29/6) e apresentava sinais de agressão em diferentes regiões.

Caso tratado como feminicídio

De acordo com as investigações preliminares, o caso é tratado como feminicídio. O principal suspeito do crime é o namorado da vítima, de 46 anos, que fugiu para uma região de mata e segue sendo procurado pela Polícia Civil.

Durante as diligências, policiais localizaram o suspeito nas proximidades da comunidade rural. No entanto, conforme a Polícia Civil, ele reagiu à tentativa de abordagem e conseguiu fugir para uma área de mata, onde continua sendo procurado.

Materiais apreendidos e perícia

Na casa do investigado, os policiais apreenderam roupas, botinas e um pedaço de corda com aparentes vestígios de sangue. Todo o material foi encaminhado para perícia e será analisado para auxiliar nas investigações.

A Polícia Civil informou que as buscas pelo suspeito continuam e que o caso segue sendo investigado para esclarecer a dinâmica do crime.

Nota de pesar da Prefeitura

Em nota, a Prefeitura de Castanheira, por meio da Secretaria Municipal de Educação, lamentou a morte da professora. Segundo a administração municipal, Adelia era servidora da rede municipal havia 33 anos e aguardava a aposentadoria.

“Neste momento de dor, a Prefeitura de Castanheira, por meio da Secretaria Municipal de Educação, solidariza-se com seus familiares, amigos, colegas de trabalho, alunos e toda a comunidade escolar, reconhecendo a dimensão da perda e o legado que ela deixa para a educação do município”, afirmou.

A polícia investiga o caso.

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