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F1 precisa urgente de nova regra para safety car nas voltas finas, diz analista

Jornalista Rodrigo França defende mudança no regulamento da F1 após GP da Grã-Bretanha terminar sob safety car. Entenda a polêmica.

Por GrudanaWeb 06 de Julho de 2026, 04:15 📖 3 min de leitura
F1 precisa urgente de nova regra para safety car nas voltas finas, diz analista

O GP da Grã-Bretanha de 2026 terminou com uma bandeirada sob safety car, o que gerou críticas do jornalista Rodrigo França. Em análise publicada, ele defendeu que a F1 precisa criar uma regra específica para o procedimento nas voltas finais, evitando que a corrida termine sem emoção.

A vitória foi de Charles Leclerc, da Ferrari, que não vencia desde 2024. Apesar do resultado positivo para a equipe italiana, a forma como a corrida terminou, com o carro de segurança na frente do pelotão, frustrou parte do público e especialistas. Segundo França, o problema não é novo e remonta ao polêmico GP de Abu Dhabi de 2021, quando a direção de prova interferiu na disputa pelo título entre Lewis Hamilton e Max Verstappen.

Entenda a polêmica do safety car em Silverstone

A direção de prova cumpriu a regra ao mandar os retardatários ultrapassarem o líder. Mas a execução, segundo França, criou uma chegada sem emoção, justamente na prova que registrou o maior público da história da F1. Para ele, uma bandeira vermelha poderia ter permitido o resgate do carro acidentado e dado a todos os pilotos a chance de colocar pneus novos, sem favorecer ninguém.

França cita o exemplo da NASCAR, que tem uma regra que garante pelo menos uma volta final com bandeira verde, com prorrogações, se necessário. O jornalista acredita que o regulamento atual da F1 permite interpretações que colocam o diretor de prova em situações que interferem no resultado final.

Bandeira vermelha como solução?

Uma mudança sugerida por França é a adoção de uma regra clara para procedimentos de safety car nas últimas voltas, como a bandeira vermelha ou a garantia de relargada com bandeira verde. Para ele, o episódio no berço da F1, palco da primeira corrida em 1950, reforça a necessidade de uma atualização urgente no regulamento.

A F1 ainda não se manifestou oficialmente sobre a possibilidade de mudança. A análise foi publicada pelo ge.globo e teve ampla repercussão entre fãs e especialistas.

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