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Casal suspeito de matar empresário em Imperatriz é transferido para o Maranhão

Tiago Monteiro e Yala Kananda Alves estavam presos no Ceará e agora estão em presídios do Maranhão. Polícia aguarda laudos para concluir inquérito sobre morte de Laércio Miller.

Por GrudanaWeb 30 de Junho de 2026, 16:01 📖 3 min de leitura
Casal suspeito de matar empresário em Imperatriz é transferido para o Maranhão

O casal suspeito de matar o empresário Laércio Miller, no início deste mês, em Imperatriz, foi transferido para o Maranhão. Tiago Monteiro e Yala Kananda Alves estavam presos no Ceará e agora estão custodiados em presídios do estado.

Como foi a transferência

De acordo com a Polícia Civil do Maranhão (PC-MA), Tiago Monteiro está na Unidade Prisional de Ressocialização de Imperatriz. Yala Kananda está no Presídio Feminino de Carolina, a 860 km de São Luís. Os dois optaram por não responder às perguntas dos investigadores.

Já Gabriel Monteiro, filho de Tiago, também está preso na mesma unidade de Imperatriz. Segundo a polícia, Gabriel prestou depoimento, informou qual teria sido sua participação no crime e entregou o celular à corporação.

Investigação em andamento

O delegado Josenildo Ferreira afirmou que o depoimento de Gabriel contém informações que indicam que o crime ocorreu dentro da residência. O jovem, de 20 anos, também admite uma participação maior na ocultação do cadáver, alegando ter sido constrangido pelo pai.

Tiago é apontado pelas investigações como o autor dos disparos que mataram Laércio. A Polícia Civil começou a receber laudos da perícia oficial para definir a participação de cada suspeito nos crimes de homicídio e ocultação de cadáver.

Relembre o caso

Laércio Miller era empresário do ramo de peças para caminhões em Imperatriz. Ele foi assassinado dentro de uma casa no bairro Parque Anhanguera, para onde havia ido sozinho após uma festa, no dia 5 de junho. O corpo da vítima foi encontrado seis dias depois, esquartejado, dentro de um tambor e com vestígios de ácido, próximo ao Porto Seco, em Davinópolis.

A polícia aguarda a conclusão das análises periciais para encaminhar o inquérito à Justiça.

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