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Vasco: pendências urgentes no futebol agitam bastidores em julho

Vasco entra em julho com brigas judiciais, indefinição na SAF e busca por técnico. Veja o panorama do clube carioca na zona de rebaixamento.

Por GrudanaWeb 01 de Julho de 2026, 04:45 📖 3 min de leitura
Vasco: pendências urgentes no futebol agitam bastidores em julho

O mês de julho promete ser decisivo para o Vasco. Depois de um junho agitado, com a demissão do técnico Renato Gaúcho e o afastamento do presidente Pedrinho pela Justiça, o clube carioca volta a campo no dia 16, contra o Vitória, no Barradão, pela 19ª rodada do Brasileirão. Atualmente, o time ocupa a 17ª posição, com 20 pontos, dentro da zona de rebaixamento.

Briga judicial pela SAF e indefinição na compra

Uma das principais dores de cabeça da diretoria é a guerra judicial que envolve a SAF do Vasco. Pedrinho e outros dois integrantes do Conselho foram afastados dos cargos no último dia 23. Pessoas próximas ao presidente acreditam que a situação pode ser revertida. O clube trabalha para entrar com um agravo de instrumento na Justiça.

A agitação política também afetou a venda da SAF para Marcos Lamacchia. José Roberto Lamacchia, pai do empresário e dono da Crefisa, afirmou em entrevista que há um acordo assinado e valendo. No entanto, apuração do ge indica que ainda não há acerto formal. O que existe é um memorando de entendimento, e as discussões sobre reinvestimento no futebol a partir da venda de atletas continuam.

Com o afastamento do colegiado, as negociações de jogadores passaram a ser submetidas à gestora judicial Samantha Mendes Longo. Ela, porém, renunciou ao cargo nesta terça-feira, alegando problemas de segurança pessoal. Em seu relatório, Samantha sugeriu uma mediação entre CRVG, 777 e potenciais compradores para encerrar o litígio.

Busca por técnico: acordo verbal com Franclim Carvalho

A instabilidade jurídica também complicou a procura por um novo treinador. Segundo informações, o Vasco tem um acordo verbal com Franclim Carvalho, técnico do Botafogo, para assumir o cargo. O português teria gostado do projeto e da valorização salarial, mas condicionou a finalização do negócio a saber quem realmente comanda o clube. A indefinição política atrasa as conversas.

Antes da ação na Justiça, a expectativa era de que a venda da SAF fosse anunciada nas próximas semanas e os investimentos começassem já nesta janela de transferências. Com a renúncia da interventora, os próximos passos se tornaram ainda mais incertos. A polícia investiga o caso.

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