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Professora resgatada após 60 horas presa em carro acidentado em MG deve receber alta

Leila Gorete da Silva ficou mais de 60 horas presa em veículo após acidente na MG-444; ela foi resgatada com hipotermia e desidratação e deve receber alta nesta quarta-feira (1º)

Por GrudanaWeb 01 de Julho de 2026, 07:45 📖 3 min de leitura
Professora resgatada após 60 horas presa em carro acidentado em MG deve receber alta

A professora Leila Gorete da Silva, que ficou mais de 60 horas presa dentro do carro após um acidente na MG-444, em Minas Gerais, continua internada, mas deve receber alta nesta quarta-feira (1º). Ela foi resgatada por um caminhoneiro na última sexta-feira (26), após quase três dias desaparecida.

De acordo com a família, Leila saiu de Capetinga com destino a Cássia e não deu mais notícias. O último sinal do celular dela foi registrado na rua Paulo Gama, o que levou equipes de busca a diferentes frentes de procura na região.

Resgate emocionante

O resgate aconteceu quando um caminhoneiro que passava pela rodovia avistou o veículo caído em um barranco. Ele avisou um grupo que participava das buscas. Em um áudio, ele relatou: “Eu achei um carro aqui, e eu acho que é o da Leila e ela tá viva”.

Segundo o primo da vítima, o professor Sérgio Antônio da Fonseca, o carro capotou várias vezes antes de parar. “O carro estava com as duas portas do motorista para o solo […] ela estava invertida, porém muito consciente. A palavra dela foi de agradecimento o tempo todo”, afirmou.

Estado de saúde

Equipes do Samu socorreram a professora, que apresentava hipotermia e desidratação severa, além de escoriações pelo corpo. A técnica em enfermagem Débora Fischer destacou: “Estava apresentando várias escoriações, mas o tempo todo bem orientada, respondeu todas as minhas perguntas”.

Apesar de ter enfrentado dias de frio e chuva, Leila permaneceu consciente durante todo o período. O tenente da Polícia Militar, Rodrigo Borges, também acompanhou as buscas, que mobilizaram familiares, voluntários e forças de segurança.

A família comemorou o desfecho positivo. “Nós imaginávamos se poderia ter ocorrido qualquer coisa. Pessoas voluntárias foram lá com drones”, lembrou Sérgio.

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