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Preso após manter companheira em cárcere: vítima escapa pela janela em Várzea Paulista

Mulher foge pela janela após ser mantida em cárcere privado pelo companheiro em Várzea Paulista. Suspeito foi preso em flagrante.

Por GrudanaWeb 02 de Julho de 2026, 19:01 📖 3 min de leitura
Preso após manter companheira em cárcere: vítima escapa pela janela em Várzea Paulista

Um homem de 41 anos foi preso em flagrante na madrugada desta quarta-feira (2) em Várzea Paulista (SP) após manter a companheira em cárcere privado. A vítima escapou pela janela da própria casa e pediu ajuda a familiares.

De acordo com a Polícia Civil, a mulher relatou que foi trancada na residência e sofreu violência psicológica, ameaças e ofensas. Ela afirmou que precisou fugir pela janela para procurar os parentes. A prima da vítima, que presenciou as agressões verbais ao longo do dia, contou à polícia que o suspeito tentou entrar na casa dela após a fuga da mulher, mas não conseguiu.

Duas chamadas para a polícia

Segundo o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada duas vezes. No primeiro atendimento, os agentes não conseguiram contato com os envolvidos. No segundo, a prima da vítima informou que o suspeito havia impedido a companheira e a filha dela de deixarem o imóvel durante a primeira passagem da equipe.

Ao entrarem na residência, os policiais localizaram o suspeito em um bar ao lado do imóvel. Ele apresentava sinais de embriaguez e possível uso de drogas, resistiu à abordagem e precisou ser contido com algemas.

Relacionamento recente e ameaças à família

Em depoimento, a vítima disse que mantinha o relacionamento com o suspeito há cerca de três meses. Ela afirmou que a ameaçava em relação à segurança da mãe dela, uma idosa de 84 anos acamada. Uma das testemunhas informou ter uma medida protetiva de urgência contra o mesmo homem por episódios anteriores de violência.

O caso foi registrado na Delegacia de Várzea Paulista e o suspeito foi preso em flagrante pelos crimes de ameaça, injúria e cárcere privado, todos no contexto da Lei Maria da Penha. A Polícia Civil converteu a prisão em flagrante em preventiva, ao apontar risco concreto de novas agressões e a necessidade de proteger a vítima e a mãe dela.

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