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Pastor do cigarro: quem é Márcio Poncio, preso pela PF no Rio

Empresário e líder religioso, Márcio Poncio, conhecido como 'pastor do cigarro', foi preso em operação da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Saiba quem é.

Por GrudanaWeb 02 de Julho de 2026, 11:46 📖 3 min de leitura
Pastor do cigarro: quem é Márcio Poncio, preso pela PF no Rio

Empresário e líder religioso, Márcio Poncio, de 52 anos, foi preso na manhã desta quinta-feira (2) pela Polícia Federal em um apart-hotel na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. A prisão ocorreu durante a 5ª fase da Operação Unha e Carne, que investiga um suposto esquema de vazamento de informações sigilosas em favor da facção Comando Vermelho.

Quem é Márcio Poncio

Conhecido como 'pastor do cigarro' e 'patriarca da família Poncio', Márcio Poncio nasceu em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Começou como auxiliar de produção e construiu um império na indústria do tabaco, tornando-se proprietário de uma distribuidora e fábrica de cigarros. A atividade comercial rendeu o apelido público. Ele também é pai da deputada estadual Sarah Poncio (Solidariedade-RJ) e do cantor Saulo Poncio, e é casado com Simone Poncio, que está grávida aos 50 anos.

Márcio atuou como líder religioso na Igreja Pentecostal Anabatista e, posteriormente, vinculou-se à chamada 'Igreja da Nuvem'. Nas redes sociais, onde acumula mais de 500 mil seguidores, compartilha reflexões espirituais e ostenta o alto padrão de vida da família.

Exposição nas redes e vida política

A projeção nacional de Márcio Poncio está diretamente ligada à vida exposta dos filhos, Saulo e Sarah. Polêmicas familiares, términos, traições, gestações e a rotina de luxo na mansão da família na Barra da Tijuca transformaram a rotina do clã em um reality show acompanhado por milhões de seguidores.

Em 2022, Poncio tentou uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Rio de Janeiro, obtendo cerca de 33 mil votos e ficando como segundo suplente. Em julho de 2025, candidatou-se em uma eleição suplementar para a Prefeitura de Três Rios, no Centro-Sul Fluminense, mas foi derrotado por Jonas Dico (Podemos).

A reportagem busca contato com a defesa dos alvos da investigação. O espaço está aberto.

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