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Galego: quem era o suspeito de atentado contra irmão de Eloá

Elenilson Misael da Silva, o 'Galego', de 47 anos, morreu em confronto com a Rota em Peruíbe. Ele era suspeito de participar do ataque contra o tenente Ronickson, irmão de Eloá.

Por GrudanaWeb 03 de Julho de 2026, 14:45 📖 3 min de leitura
Galego: quem era o suspeito de atentado contra irmão de Eloá

Quem era Elenilson Misael da Silva, o 'Galego'

Elenilson Misael da Silva, de 47 anos, conhecido como 'Galego', é o segundo suspeito de participar do atentado contra o tenente da PM Ronickson Pimentel dos Santos, irmão de Eloá Pimentel, morto em confronto com policiais da Rota em menos de 48 horas. Natural de Sertânia, em Pernambuco, ele não tinha antecedentes criminais registrados na Polícia Civil de São Paulo.

Segundo informações do boletim de ocorrência, 'Galego' era apontado como integrante de uma facção criminosa. Ele morava no bairro Cidade Nova, em Peruíbe, litoral de São Paulo, e já havia residido na Zona Leste da capital.

Como foi a ação da Rota que terminou com a morte do suspeito

Equipes da Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) receberam uma denúncia na noite de quinta-feira (2) sobre o paradeiro de Elenilson. Durante as buscas, localizaram o veículo com as características repassadas — o carro estava registrado em nome de outra pessoa.

No momento da abordagem, ele tentou fugir e houve troca de tiros. 'Galego' foi atingido, socorrido e levado à UPA, mas não resistiu aos ferimentos. O veículo e as armas dos policiais e do suspeito foram apreendidos.

O atentado contra o tenente Ronickson

O crime ocorreu em 27 de junho, na Avenida Goiás, em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. O tenente Ronickson Pimentel dos Santos estava à paisana em uma moto, parado em um semáforo, quando dois homens se aproximaram e atiraram contra ele.

A vítima foi baleada na cabeça, socorrida e permanece internada em estado grave. O policial é irmão de Eloá Pimentel, vítima de um dos crimes mais emblemáticos do país: assassinada pelo ex-namorado em 2008, após 100 horas de cárcere privado que foi acompanhado ao vivo pela TV.

A polícia investiga o caso.

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